quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Duvidar das minhas certezas... ou não?

Acho que uma coisa que aprendi ao longo dos meus dias e durante tudo o que passei em minha vida é que devo duvidar das minhas certezas.
Do que vc tem CERTEZA?

Que Deus existe?

Que a dor é sempre ruim?

Que tudo no que vc acredita é sempre o melhor?

Quais são as certezas que movem sua vida? Nossa vida é feita de motivações, trabalhamos, amamos, compramos, doamos, dormimos, andamos, sempre por motivações, certo? Ou talvez não. Talvez o que nos faça dormir seja a falta de motivação. O que nos faz, todos os dias levantar e trabalhar, talvez não seja a motivação de realizar e sim a falta de motivação por buscar algo diferente.
Nada é definitivo. Será mesmo?
A certeza de vidas que continuam após a morte física fez os egípcios construírem as piramides.
A certeza de que a coisa mais importante do mundo é a criança que descende de vc faz com que pais e mães sacrifiquem tudo e qualquer coisa por seus filhos. A certeza de que realizar seu desejo/sonho é o mais importante faz com que homens e mulheres sacrifiquem tudo para se tornarem pais e mães.
Na certeza de que o amor é eterno acontecem lindos e festivos casamento. Na certeza de que nada é pra sempre existe o divórcio.
Hoje eu tenho mtas certezas, amanhã provavelmente terei outras, que não serão necessariamente as mesmas de hj.
Acredito que a melhor coisa que me aconteceu foi isso, foi não ter certeza de nada. Talvez isso tenha feito com que eu desistisse de mtas coisas que considerava necessárias e certas em minha vida, talvez me arrependa algum dia, talvez não. Só sei que hj sou melhor assim, hj me sinto um ser humano melhor assim.

Estava lendo uma reportagem, ou melhor uma coluna da revista Época que comentava uma reportagem da mesma revista e pensei sobre minhas certezas. Sempre disse que, caso eu fique em estado vegetativo prefiro não viver. Decisão fácil, não, não é, mas hj acredito que seja uma decisão mto pesada para que meu marido, ou minha mãe, talvez algum parente ou ente querido tenha que decidir por mim. Então já comuniquei isso a eles, e essa foi a melhor atitude, na minha opinião. Pode ser que amanhã essa opinião mude... ou não.

Melhor ouvir certos absurdo do que ser surdo, correto? Eu preferia jamais ter ouvido que minha vó não estava mais lá, naquela noite de 17 de novembro de 2002. Mas isso queria naquele momento, pq no dia 3 de julho de 2008 ouvir 'sim' foi uma sensação indescritível.

Já dizia um professor de física no colégio: 'Tudo depende do referencial!'

Post confuso, escrito em momento de emoção, compaixão, dúvida e reflexão. Post confuso, escrito como desabafo. Post confuso...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Sem falar de nada, falei de tudo!

Comecei o dia decidida a escrever algo.
Sabe aqueles momentos em que vc sente que tem mto a falar? Acordei assim hoje.


Mas a questão é: Falar sobre o que???????

Primeiro pensei em escrever sobre uma questão que me revoltou recentemente. A 'Nossa TV', do R.R. Soares. O cara vende TV a cabo durante os cultos! Sim, ele tem uma operadora de TV paga a faz as propagandas durantes os cultos. O cara já não paga imposto referente ao culto religioso que move milhares de pessoas de boa fé necessitadas de uma base, de um apoio. Ele recolhe ofertas pelas quais não paga imposto, as usa como bem entender sem dar satisfações a ninguém. Tem uma operadora de turismo e uma de TV, que segundo ele ambas tem 'pacotes específicos para a família evangélica'. Mas desisti de escrever sobre isso, mesmo sendo um assunto que me revolta, afinal explorar a boa vontade de pessoas que depositam sua fé e dinheiro nas mãos de homens inescrupulosos que tem em mente apenas o lucro e o benefício próprio me causa náuseas.

Pensei então em falar sobre a novela as 21h da Globo, Viver a Vida. Falar sobre o mau gosto, o preconceito, os maus exemplos e todas as séries de porcarias que o Manoel Carlos tem colocado no ar em horário nobre. Falar sobre a hipocrisia de uma mãe cega, que culpa a atual mulher do pai de sua filha por uma fatalidade do destino, ou ela acha que a tal Helena passou noites em claro rezando para que a porcaria do ônibus capotasse?!?!? Com uma filha super, mega, master, blaster mimada, que não respeita ninguém, que nem ao menos soube reconhecer o esforço da madrasta para faze-la participar de um desfile de grande porte e age pura e simplesmente por impulsos e acha que o problema é do resto do mundo que tem a obrigação de adora-la e atender a todo e qualquer capricho seu, a mãe ainda a trata como se ela não fosse culpada de nada, mas já a madrasta sim, essa deve ser culpada até do aquecimento global que prejudica a pele da cretiníssima Luciana. Mas ao parar pra pensar na novela lembrei que a Denise, do Síndrome de Estocolmo, escreveu muitíssimo bem sobre o assunto (Helena vai pro tronco porque não cuidou da sinhazinha), então prefiro recomendar que leiam o post dela, que está super completo e eu concordo com cada linha!

Então, ainda enveredando na trama de péssimo gosto do Manoel Carlos, pensei em escrever sobre aborto, que na novela vem sendo tratado de uma forma que EU considero absurdo e desrespeitosa. Certo que no Brasil o aborto é crime, pera a mulher e para os médicos. A Helena é tratada como pária por ter optado por não colocar no mundo uma criança que ela não poderia, emocional e financeiramente, criar, uma criança que, caso viesse a nascer carregaria em seus pequenos ombros o peso de ter colocado a carreira da mãe no fim, carregaria um peso que criança nenhuma deve carregar. Acredito que a decisão é da mulher, só dela, só nossa! Fácil para o autor criticar essa atitude, uma vez que ele jamais saberia o peso que é uma gravidez que, além de não planejada é indesejada. Posso não planejar engravidar agora, mas desejo engravidar, o que faria desta criança um ser amado e desejado antes mesmo de sua concepção, mas uma criança que além de não planejada é indesejada é sofrimento demasiado. A decisão deveria ser nossa, mas os engravatados, moralistas que dispõe de clinicas particulares para dar fim aos 'problemas' de suas filhas com futuro promissor e não imaginam como milhares de mulheres no Brasil sofrem ao cair nas mãos de carniceiros enganadores todos os dias, (Anualmente, 42 milhões de mulheres fazem um aborto. A cada 7 minutos morre uma mulher desnecessariamente devido a um aborto clandestino.) são esses caras e suas instituições religiosas que decidem por nós. Mas decidi não entrar em questões tão polêmicas como o aborto.
Pra não deixar de falar, e não ficar com a vontade de escrever corroendo meu cérebro, vim aqui comentar com vcs minhas ideias, compartilhar minhas intenções de post's. Mas quando parei pra ler vi que, ao não falar sobre nada falei sobre tudo, um pouquinho que seja... Ai ai... sou um pouco matraca, né?

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

E o feriadão passou...

Acabou! O ultimo feriadão antes das festas de final de ano ACABOU! O ano entra na reta final, e em um mês será natal, e mais uns dias será 2010!

Aproveitei mto esse feriado, um final de semana que, pra mim, começou na quinta-feira no final da tarde. Saí do trabalho e encontrei o maridão para um jantar nada saudável e comprinhas, bom D+.
Sexta-feira era Dia da Consciência Negra, em São Paulo é feriado, então na sexta levantei e fui arrumar a casa, queria me livrar das tarefas chatas para passar o restante do FDS relaxando! Odeio arrumar a casa, mas com o maridão e a vontade de passar o FDS sossegada me animaram um pouquinho. À noite fomos ao boliche, programinha totalmente Homer Simpson, na companhia de amigos maravilhosos é garantia de diversão e mtas risadas! (assim que a Débora mandar as fotinho coloco aki para vcs!) Depois de duas unhas quebradas, a tendinite reclamando e a barriga doendo de tanto rir, chegamos em casa mais de 3 da manhã, fomos dormir mais de 4h e às 9h do sábado adivinhem... Estávamos em pé!!!! Imagina se dormi a tarde todinha? E foi assim o restante do FDS, entre soninho, preguiça na cama, e beijinhos no marido, curti mto meu FDS!

E agora é assim, começa outra semana!



Boa semana à todos!

Up date: Fotinhos chegaram!!!!




quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O que é Pin Up??

Acho que conseguiram notar que gosto do estili Pin-up, ser sexy sem querer. Acredito que a sensualidade hoje em dia é fortemente confundida com a sexualidade, e isso vulgariza o sexo feminino, As garotas Pin-up's são o oposto do vulgas, são belas e elegantes, até um pouco inocentes eu diria, são sensuais naturalmente. Mas alguns de vocês podem não saber o que são as Pin-up's, ou tenham curiosidade de saber um pouco mais sobre elas.
Pin-up é um termo para representação de mulheres voluptuosas, em lingeries sensuais mas não muito reveladoras, cinta-liga, saltos altíssimos, cabelos com cachos glamorosos e batom vermelho. Tudo isso em uma aura de inocência num tom provocativo e instigante. A vulgaridade passa longe do estilo pin-up!
Apesar de ter dados ligados ao surgimento das pin-ups desde 1890, foi na década de 1940 que elas fizeram grande sucesso e povoaram os sonhos e desejos dos homens da época. Tanto em desenhos como em fotos, as pin-ups esbanjavam sensualidade em posters que eram pregados nas paredes, daí o termo “pin up”, que significa “ser pendurado”. Durante a Segunda Guerra Mundial, atrizes famosas da época se vestiam de pin-ups para alegrar e divertir os soldados. Quando não visitavam quartéis, suas fotos eram item de coleção entre os jovens soldados, que guardavam várias fotos em seus armários.Várias atrizes famosas entraram pra história com seu look pin-up, entre elas Rita Hayworth (Gilda), Ava Gardner (Mogambo) e Marilyn Monroe (O pecado mora ao lado), que foi a grande representante do estilo. E nos desenhos, a eterna Betty Boop.

Elas foram um dos primeiros apelos do que chamamos hoje de cultura de massa ou de cultura pop e têm grande responsabilidade sobre o modo como as mulheres começaram a ver a si mesmas após os anos 40, embora vinte anos antes tenha sido o reflexo direto de uma época onde nunca antes se puderam ver tantas pernas nuas. No primeiro caso, as donas de casa descobriam que era possível posar para uma foto sem ter a alegre companhia de um fogão novinho ao fundo e, no segundo, era a explosão do furor depois de anos de crise.

Mas imagens de mulheres com sentido erotizado têm suas raízes um pouco antes das crises de 1919, que varreram o dinheiro de muitos bolsos de forma parecida com o que vimos acontecer esse ano. No início do século XX, a tensão que reprimia as sensualidades do ocidente de modo radical (por exemplo, recomendavam-se cintos de castidade) começou a dar frutos, ou seja, uma sociedade sexualmente pervertida estava nascendo. Fotinhos de moças nuas eram escondidas no armário enquanto os pulp fictions eram devorados por cenas de bondage e defuntas despidas.
O fenômeno, como o conhecemos hoje, tomou forma durante e, muito mais, depois da Segunda Guerra Mundial. Nos pós-guerra, artistas como Elvgren assinavam desenhos de mulheres em revistas, dividindo espaço com as fotografias: o que era para nunca ser mostrado em público descobria seu lugar no mundo, e como arte! Em pouco tempo, a aceitação de toda sociedade estava ganha. As mulheres descobriam uma fonte de informação porque, como as pin-ups eram as mulheres como os homens desejavam, logo elas descobriram como usar os trejeitos em proveito próprio, “contra” os homens. O vestuário modificou-se. Cintas-liga e grandes peitos viraram o que era o tornozelo nos anos 30: puro delírio.

Embora as origens das pin-ups guardem um fundo bastante obscuro, o que se viu naquele momento foi um tratamento dos desenhos como uma fonte sacana de humor e até de inocência, por isso as imagens foram abraçadas da forma que foram pela Revista Playboy; aquilo tinha tudo a ver com a linha editorial. Das páginas da Playboy, foi para a psique dos americanos, principalmente das elites. Sofia Loren e Marilyn Monroe eram quase personificações místicas.
Então veio o movimento feminista e mulheres em poses para agradar os homens e sendo escravizadas por sutiãs e cintas ligas em nada tinham a ver com a revolução social que acontecia. As mocinhas perderam o sentido que tinham, se tornaram um cartaz da visão machistas repudiada pelos movimentos feministas, então o advento da alta costura, da fotografia de moda e das modelos magrérrimas, as pin-ups perderam o sentido em um mundo onde ter formas voluptosas e agradas o imaginário masculino era proibido. As mocinhas perderam o sentido.
De repente, estão de volta. As mulheres continuam querendo ser muito magras como dita a indústria e a tal vida saudável, mas relaxaram na sobriedade, equilibram as modalidades de poder em busca de uma feminilidade plena. Mais uma vez, mulheres semi-nuas, segurando sorvetes fálicos gigantes, de cintura fina e sorriso de quem não quer nada enquanto provoca tudo estão aqui para nos ensinar alguma coisa meio fascinante e meio depravada. A tendência retro se apoia nos anos de ouro das pin-ups influenciando diretamente um mundo que se pensava demasiadamente material, demasiadamente sério. A revista Vanity Fair traz todo mês um especial com jovens atrizes, e todas em looks pin-ups.


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O Natal Chegou!!!!!!


Aqui, no nosso querido 'Quem conta um conto...' Já estamos nos clima de natalino!
Nem parece verdade que o ano está chegando ao fim, né? Para celebrar o Natal, que é a minha época preferida do ano, decidi mudar a carinha do blog temporariamente, gostaram?!?!? O conteúdo será o mesmo: O que me vier na cabeça! HAHAHA
Escolhi o novo layout com mto carinho, procurei bastante, até encontrar um que ficasse com a carinha do blog, acho que combinou, não é? Alterei tbm as fotinhos, afinal tbm precisavam combinar com o clima!

Meu TWITTER tbm está em clima de natal, agora só falata criar coragem e colocar minha casa no clima tbm...