sábado, 16 de maio de 2009

A Origem da fila

Minha sugestão é carregar um pacotinho de lenço humedecido para limpar as mãos de seu acompanhante qndo ele for ao banheiro...


*Clique na imagem para ver melhor os detalhes

domingo, 10 de maio de 2009

Uma opinião

Leia com senso crítico, isso é fundamental para absorver o bom e descartar o ruim, nada é 100% desprezível ou 100% certo.

QUEM É

Maria Mariana Plonczynski de Oliveira, 36 anos, escritora, autora, diretora e atriz. Filha do cineasta Domingos de Oliveira. Mãe de quatro filhos, casada, mora em Macaé, no Estado do Rio de Janeiro

O QUE FEZ

Ficou famosa ao escrever Confissões de adolescente, que virou peça de teatro e seriado da TV Cultura na década de 90O

QUE PUBLICOU

Confissões de adolescente (Ed. Relume Dumará), Confissões de mãe (Ed. Agir)
No site da revista Época li a entrevista que posto para vcs, sejamos conscientes e críticos durante a leitura e os comentários, a opinião é individual e devemos conhecer o maior número possível, para que a nossa opinião não seja unilateral.

Mãe

Definição da Wikipédia:


Mãe é o ser do sexo feminino que gera uma vida em seu útero como consequência de fertilização ou que adota uma criança ou filhote, que por alguma razão não pôde ficar com seus pais. É também o equivalente feminino do pai. A fertilização de óvulos humanos femininos ocorrida in vitro, em laboratórios ou hospitais, na modernidade, estendeu as considerações milenares sobre a maternidade.
Mãe também é, para todos os efeitos, aquela pessoa do sexo feminino que
adota, cria, e cuida de uma criança gerada por outrem. Há famílias nas quais o pai faz, de facto, tanto o papel de pai como o de mãe. Já outras famílias são compostas por duas mães ou por dois pais.


Definição alternativa:


Mãe – É aquilo que dá vontade de gritar quando a gente não sabe o que fazer.




Acho que já foram feitas todas as homenagens possíveis para elas, mas eu não poderia deixar passar em branco... Não me prolongar, mãe é mãe, e agradeço à Deus pela minha mãe!




te amo!!!!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

1001 lavagens!

Lavar dinheiro na minha família é coisa mto normal, sim acredite, semana passada mesmo, encontrei uma note de R$2,00 na máquina de lavar da minha mãe! Isso é algo corriqueiro, minha avó já o fazia em sua Brastemp! Mas o que tenho que contar é outra coisa, meu marido inaugurou uma nova modalidade de lavagem! Como muita gente sabe, ele não tem nenhum problema com os afazeres domésticos, lava louça, cozinha, varre e aspira a casa, passa roupa, sem nenhum constrangimento ou preconceito, vivemos na filosofia de que ele não me ajuda, pq tbm é obrigação dele, os dois dividem a casa, os dois tem obrigação de limpar e cuidar da casa. A única coisa que o Renato tem alguns problemas é com a lavagem de roupa, como ele não tem o costume de verificar bolsos, lavagem de dinheiro é algo comum, assim como de recibos, slips de cartão, propaganda e qualquer outro papel que esteja em nossos bolsos. Domingo, enquanto eu ajudava minha mãe com o almoço, ele estava lavando roupa. Deixou a máquina terminar de lavar e saímos rapidinho para resolvermos um probleminha rápido, quando estávamos voltando para casa, minha mãe liga em meu celular (trabalho com duas operadoras, para aproveitar as promoções de cada uma) e me informa que meu dignissimo marido lavou meu outro celular! Sim, um Motorola V3 rosa ficou 1h30min sendo lavado, enxaguado e centrifugado, isso sem mencionar os ciclos em que a roupa ficou de molho... sim, ele inaugurou a lavagem de celular!!!!!!!





PS. o chip continua funcionando(incrível!)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Mãe não é igual amiga

Li na internet a notícia de uma Britânica de 14 anos que fugiu com namorado da Internet. A maioria das pessoas que estão a minha volta sabem que conheci meu marido pela internet, para ser mais exata, em uma sala de bate-papo. Fiquei mais de um ano conversando pelo msn e telefone, até finalmente nos conhecermos, e mesmo já falando com ele a bastante tempo, e confiando que o que ele dizia era verdade, minha mãe me acompanhou em nosso primeiro encontro. Confesso que na ocasião fiquei um tanto quanto constrangida com o excesso de zelo( como eu dizia na época) de minha mãe, mas não posso negar que ela estava correta, eu já tinha 19 anos, não era mais um bebê, o encontro foi marcado no metro Sé, que é muitíssimo movimentado, e mesmo com essas precauções ela estava lá, comigo. Ela sempre soube ( pelo menos a partir do momento que o nosso 'relacionamento' ficou sério) que eu falava com ele. Sempre tive abertura par conversar com minha mãe sobre qualquer coisa, e na minha singela opinião, foi isso que faltou para essas famílias. Quando realmente existe diálogo com os pais isso não acontece, pelo menos é bem mais difícil. Não acho, de maneira alguma que os pais devam ser amigos dos filhos, eles precisam ser amigáveis, me entendam, deve-se manter o respeito e a autoridade sempre, não podemos deixar que adolescentes vejam seus pais como vêem os amigos, não deve haver uma barreira, e sim uma diferença de tratamentos, hoje, mais velha, tenho a cada dia que passa me tornado amiga de minha mãe, mas isso é um processo que se iniciou a partir de seu jeito amigável, durante toda minha infância e adolescência foi assim, sempre soube que poderia contar com ela, mas tbm sabia que ela era minha mãe, e estava lá para impor regras e limites, para dizer não e me mostrar o certo e errado. Espero que, quando chegar minha vez de criar meus rebentos, saiba ser como ela foi, uma mãe amigável, e não uma amiga que assina como minha mãe.