segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Só nós sabemos o que é... Não basta ser mulher!



Sábado fui a um laboratório fazer exames, mulher é uma coisa louca, né? Temos cólicas, um “vazamento” que insiste em nos atormentar todos os meses, junto com ele suportamos absorventes, e Cia. Ilimitada. Como se não bastasse ainda temos que tomar anticoncepcional para prevenirmos surpresinhas fora de hora, e com os anticoncepcionais vem o pacote enxaqueca, retenção de liquido, enjoos, e despesas com o dito cujo. E aos que imaginam que nossa odisséia chegou ao fim, prepare-se: uma vez (no minimo) ao ano vamos ao ginecologista e durante o tempo que está entre a primeira consulta do ano, exames e mais exames até o momento que o médico fala: “nos vemos no próximo ano” somos 'fuçadas', temos nossas partes mais intimas e exclusivas, abertas por aparelhinhos gelados, examinadas por mão envoltas em uma luva de médico, um terrível aparelho de tortura, também conhecido como ultrason é introduzido lá, onde outrora vc pensava ser território particular e agora é mexido e remexido, cutucado, beliscado para retirada de amostras para exames! O senhor simpático que te abriu a porta do consultório, cujo o qual vc vê pouco mais de uma vez ao ano está lá, em frente suas pernas abertas enquanto vc faz cara de paisagem... afinal é tão normal um ser praticamente desconhecido ficar entre suas pernas abertas, enquanto vc veste o belíssimo avental verde, e ele ainda ficar lá, olhando detalhadamente procurando sei lá o que (afinal espero que ele não encontre coisa nenhuma, não é?) por entre os países baixos!












Pobre do meu marido... passou meses me conquistando, teve que ser carinho e dizer dezenas de palavras fofas, gastar uma fortuna em presentes, comprar flores, velas, e todo aparato para poder se aproximar daquela região... Pra depois de tanto esforço e dedicação saber que um cara meio careca, já com uma barriguinha saliente, que ostenta as fotos dos netos em uma prateleira em frente a mesa de exames, esse cara em menos de 20 minutos de conversa estava lá onde ele batalhou tanto para chegar, mundo injusto ele deve pensar.... E como se não bastasse esse cara entrega uns papéisinhos onde pede para que outros seres de branco, da mesma “espécie” dele façam outras incursões por minhas áreas nobres... Pobre do meu marido... lá na sala de espera, só imaginando o que estaria se passando... e quando saio de lá ele pergunta como foi, e dps de contar meu constrangedor relato a ele ouço: “ Mas o tal Doutor não diz nem um eu te amo?” Realmente... Depois de tudo isso, uma piadinha é exatamente o oposto do que queremos!




Lançarei uma campanha para que sejamos recebidas nos consultórios ginecológicos de maneira diferente. Ao invés da gentil saudação que a recepcionista costuma fazer, que trancorre mais ou menos assim:

 - Boa tarde, meu nome é “fulana”, tenho consulta para às 17h.

 - RG e carteirinha do convenio.

- Claro...

- Assina aqui e espera enfrente a porta que o Dr. Chama pelo nome. PRÓXIMA!!!!!!

A coisa seria mais ou menos assim:

- Boa terde, senhora – diz a sorridente recepcionista em um consultório claro, com velas aromáticas onde a espera acontece ao som de um leve Jazz instrumental – A senhora prefere vinho tinto, branco ou alguma outra bebida? - além de utilíssimo para desinibição antes de exames bastante particulares, com o preço que os médicos cobram deveriam oferecer Black Label!

- Tinto por favor.

- Senhora, por gentileza, queria sentar-se em nossas cadeiras reclináveis, poderia informar seu nome?

- Fulana da Silva.

- Certo, obrigada.

Cinco minutos depois ela retorna com o formulário e pede gentilmente para que assinemos. Enquanto na sala do me´dico exitem também velas aromáticas e algumas flores para deixar o ambiente mais conformável, o avental, lógico!, combinaria com lindos chinelos confortáveis e seria do mais sedoso cetim...

Já que vão nos fuçar e apalpar, pediriam ao menos faze-lo com carinho e gentileza! Claro que dizer te amo e e sorrir ajudaria um pouquinho...rsrs
Meu sonho seria, bobinha eu rsrsrs, que todos os médicos fossem como os do Seatle Grace, seria até mais divertido se nós fossemos recepcionadas pelo 'McDreamy', não? kkkkk


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

É o meu Rio Grande do Sul céu, sol, sul ...

Com menos de dois anos cheguei no lugar onde chamaria de meu, naterra que me acolheu. Nasci em São Paulo, e cresci no Rio Grande do Sul, uma terra que me cativou de tal maneira que eu passei a declarar-me como gaúcha, lá passei a minha infância, inicio da adolescencia. Passei a amara e admirar o povo, a cultura, o sotaque cantado, a comida e tudo que vem de lá, até o cheiro...sim pra mim o "cheiro de casa" sinto assim que saio do avião...a brisa parece diferente, o coração bate mais forte e a alegria de sentir-se em casa toma conta de mim...Não penso em sair de São Paulo, não agora, mas que sou um 'extrangeira' por aqui, isso é verdade! Posso ter nascido em São Paulo, mas minha alma é gaúcha, meu coração fala 'tchê'!
E existem algumas coisas que temos só lá no meu Rio Grande, e para vcs sentirem um pouquinho vou postar um "Dicionário de Gauchês".

PS: para minha amiga que vai para a Serra Gaúcha esse ano, vai treinando, pq é fundamental entender o 'dialéto' local para sobreviver!

Eu, como ALEMOA que sou, vou cuidar de fazer NEGRINHO, colocar num BAITA prato, mas só pq não to querendo CACETINHO...rsrs


Alemoa: loura
Arreado, folgado ou deitado: pessoa que brinca com os outros.
Atorá: cortar
Atucanado: muito ocupado
Babão - pessoa que erra muito
Baita: grande
Batida - pode ser de carro ou de frutas ( mas sem alcool)
Bicha: No RS pode ser verme (sentido biológico) ou amontoado de pessoas ordenadamente ( fila)
Bostiá: incomodar
Brigadiano - Policial militar
Cacetinho - pão francês
Cagar a pau: bater
Camassada de pau: apanhar
Campiá: procurar
Catrefa: pessoas que não valem nada
CHIMARRÃO - bebida  nativa, tomada geralmente após as refeições ( também pode ser em jejum). Foi inventado pelos índios que o tomavam numa cuia (objeto usado até hoje) e com canudinho feito de taquara (hoje em bombas de metal).
Chumaço: conjunto de alguma coisa
Cóça de laço: apanhar
Cusco: A maravilha das maravilhas. A perfeição, não tem coisa mais linda. É o melhor amigo do homem, embora este, muitas vezes, não o mereça. O bom e velho vira latas!
De revesgueio: de um tal jeito
De vereda: rápido
Fandango: o avô do Rock'n'roll.
Fincá: cravar
Fubanga - mulher feia
Fuque: fusca
Garrão: calcanhar
Gozar - tirar sarro
Guapa: tem também no masculino,GUAPO,e quer dizer gente mui bonita. Exemplos : Antonio Banderas e Fabio Assunção.
Guisado: carne moída
Incebando: enrolando, fazendo cera
Ingrupi: enganar
Intertê: fazer passar o tempo com algo
Inticá: provocar
Intuiado: cheio
Invaretado: nervoso
Japona: jaqueta de nylon
Jóssa: coisa
Judiá: mal tratar
Lasarento: xingamento, como filho da p…
Lonba: Ladeira
Merengue - suspiro
Minuano: vento que surge lá pelas bandas de Santana do Livramento e atravessa o Rio Grande. Geralmente dá o ar de sua graça no Inverno, naqueles dias em que a gauchada é obrigada a tirar os ponchos do armário.
Mocho: banquinho que a gente senta prá tomar chimarrão...
Negrinho - brigadeiro
Paiêro: fumo de palha
PAMPA - o lugar mais lindo do universo! um campo cheio de vaquinhas pastando,com um bando de gaúchos dançando o pezinho ao som de uma gaita,com o Guaíba e o mais lindo por de sol do mundo ao fundo!
Pé de porco: igual brigadiano
Pestiado: com alguma doença
Pexada: acidente, o mesmo que 'batida'
Piá : guri
Podá: ultrapassar, ou cortar, o mesmo que apodá
Pozá: dormir em algum lugar,fora de casa
Rancho: compra do mês
Relampejando: trovejando
Resbalão: escorregar
Rinso: sabão em pó
Sinalêra: semáforo
Táio: corte
Te abanca: jeito carinhoso de dizer : senta,meu bem!
Tri - preposição de coisa boa. ex: tri-legal, tri-bonito, tri-gostoso
Trupicá: tropeçar
Tunda de laço: apanhar
Vileiro: pessoa que mora em vilas, um adjetivo pejorativo
Vortiada: passeio
Ximia: geléia, aquela de passar nopão




"É o meu Rio Grande do Sul céu, sol, sul terra e cor



Onde tudo que se planta cresce o que mais floresce é o amor"

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Onde chegamos e para onde estamos caminhando?!?!?

Essa semana foi um festival de reportagens, postagens, comentários, e afins sobre educação infantil, mas duas coisas me chamaram mais a atenção. A primeira é uma reportagem da revista Época que traz no título: “Gritar com os filhos pode ser prejudicial” e a outra é um post do blog Mulheres 7X7, tbm da revista Época “O caso Walmart: fotos de meninas nuas levantam suspeita contra os pais nos EUA”

Sou uma opositora declarada à 'terceirização da educação' onde mães delegam à outros a tarefa de educar e agregam para si apenas o título de mãe, que na maioria das vezes deveria mudar de nome para apenas 'progenitora' pq para ser mãe é preciso mais do que gerar e pagar as contas, é preciso SER e VIVER com os filhos, e de maneira nenhuma isento a ala masculina da culpa, afinal, não são as mãe que delegam a edução, são os pais, os dois juntos. Babás são santas, divinas e maravilhosas, concordo e quero mto poder dispor desse benefício qndo criar meus filhos, mas acredito que não são elas as responsáveis por educar os filhos de seus patrões. Elas devem auxiliar nas tarefas do dia a dia das crianças, ajudar os pais e não fazer por eles o que é responsabilidade deles, e os pais, mas com ajuda, não podem deixar de executar as tarefas mais simples, o famoso "trabalho sujo" (trocar fraldas, limpar vômitos e machucados, etc) pq as crianças querem e gostam de ver que seus pais cuidam delas em todos os momentos , um bebê qndo chora durante a madrugada merece ter colo de mãe e pai, uma criança que não sabe o que é conversar com os pais no trajeto até escola perde mtos momentos felizes. Mas não pense que este é um fenômeno restrito as classes privilegiadas da sociedade não, mtos pais não dispõe de verbas para pagar babás mas delegam a tarefa de educar moralmente seus filhos à escola. Eu estudei para ser professora e uma das coisas que mais me incomodam na educação escolar é que a maioria dos pais e responsáveis confunde o papel de escolas e professores, que tem como dever proporcionar aos alunos acesso a cultura e conhecimentos gerais e específicos com objetivo de desenvolver o intelecto, mas ensinar a dizer: por favor, com licença, obrigado ou qualquer outro traço da educação relacionada ao comportamento é de responsabilidade dos pais e familiares. Só que ai entra um outro ponto (melhor?): como educar e transmitir limites às crianças? O que é certo e o que é errado na hora de educar? Nessa hora ficamos perdidos, os pais não sabem o fazer, como devem repreender, qndo é certo dar uma bronca e mto menos como dar a bronca. O famoso Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) veio para defender ou normatizar a educação? será que se eu der um tapinha na mão do meu filho poderei perder a guarda dele por infingir o ECA?O ECA estabelece mecanismos para implementação de politicas publicas direcionadas a crianças e adolescentes e divide responsabilidade entre família, a comunidade,a sociedade civil e o Poder Público. O papel de educar dando limites cabe as pais. O ECA não retirou responsabilidades, ele possibilita que a sociedade reflita sobre proteção e defesa de pessoas em desenvolvimento, sujeitos de direitos. Já é senso comum que crianças não devem apanhar, é crescer sem palmadas, agora a novidade é que não podemos gritar tbm, pq isso traumatizaria as crianças. Meus posicionamento em relação a esta questão é claro e um reflexo direto de minha criação, minha mãe gritava (ta bom, ela ainda grita) dava palmadas e chineladas. Não tenho traumas nem nenhum tipo de bloqueio por isso, sempre fui educada e soube me portar em qualquer ambiente que entrava, na minha casa os limites eram claros e as responsabilidades tbm, crianças não tinha os mesmo direitos que os adultos, a palavra final sobre todo e qualquer assunto era dela, a mãe, pessoa mais experiente, com uma vida toda de aprendizados que a possibilitavam melhor capacidade de escolha e decisão e portante deveríamos e ainda devemos obedecer e acatar as ordens dela, que sempre tinham um motivo e explicação, mesmo que esses não nos agradassem. Mas ai entro em outra questão, nem sempre as escolhas dos pais estão corretas, veja o caso das fotos dessas meninas dos EUA, alguém realmente acredita que seja correto os pais tratarem a nudez, sexualidade, das meninas daquela forma? Elas estão sendo invadidas e desrespeitadas como seres humanos. Havendo ou não a consumação do abuso sexual não acho que os pais tenham que continuar a educar essas meninas, pq está bastante claro que as escolhas que eles fazem não são as melhores para as garotas. Em minha família a nudez nunca foi tabu, durante minha infância, diversas vezes tomei banho com meus irmãos e irmãs e trocar de roupa na frente deles ou de meus pais nunca foi algo errado em minha família, mas que fique claro, trocar de roupa não é andar nu durante todo o tempo, e certas exposições como as que as três meninas sofrem nunca aconteceram, sempre tivemos nossa intimidade e integridade preservada, e em um caso como esse, ai sim entra a responsabilidade do Estado em interferir na educação e criação dessas meninas, nesse caso, por exemplo, a responsabilidade de educar, impor regras, limites e valores não pode continuar com os pais.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

De cara nova!!!!!!!

Não sei se conseguiram reparar, mas nosso bloguinho está de cara nova! Ele estava mto genérioco... e quem me conhece sabe que não sou nada genérica! Então fiz minhas preces ao todo poderoso São Google e consegui deixar o nosso bloguinho de cada dia mais pessoal, mais meu.
Sempre curti esse visual mais clássico, um tanto quanto 'vintage', e o Pin up tem tudo a ver! Escolhi imagens que combinam comigo, todas loirissímas, claro!!!! sou uma mulher com a almaloira!

Uma pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais exercem um forte atrativo na cultura pop. Destinadas à exibição informal, as pin-ups constituem-se num tipo leve de erotismo. As mulheres consideradas pin-ups são geralmente modelos e atrizes. Pin-up também pode se referir a desenhos, pinturas e outras ilustrações feitas por imitação a estas fotos. O termo foi documentado pela primeira vez em inglês em 1941; contudo, seu uso pode ser rastreado pelo menos até a década de 1890. As imagens “pin up” podiam ser recortadas de revistas, jornais, cartões postais, cromo-litografias e assim por diante. Tais fotos apareciam freqüentemente em calendários, os quais eram produzidos para serem pendurados (em inglês, pin up) de alguma forma. Posteriormente, posters começaram a ser produzidos em massa.

domingo, 1 de novembro de 2009

Nós...






Em alguns dias, eu e meu marido iremos comemorar 4 anos de namoro. Isso mesmo, somo casados há 1 ano e 4 meses, e decidimos que não deixariamos de comemorar nenhum aniversário. Seja namoro, primeiro beijo, noivado, dia da mudança, nada deve passar em branco. PQ? Sem nenhum motivo específico, simplismente pq acreditamos que devemos comemorar nosso amor.
Muitos conhecem nossa história, outros não. Posso dizer que nossa história não é a mais convencional, ta bom que não é um conto de fadas tbm!

Nos conhecemos no longínquo ano de 2004, em uma sala de bate-papo (chat) da finada AOL. Ele lançou o recado "padrão" para tds do sexo feminino que estavam online "Qer tc?" e fui a única a responder... Começava ali uma amizade misturadinha com paixonite. Ele "teclava" de Palmital/SP e eu da capital, quase 500 KM nos separavam, e mesmo assim, trocamos MSN e começamos a nos falar praticamente todos os dias. Era quase uma fantasia, o namoro virtual, onde trocavamos juras de amor, conversavamos por horas e dps, qnd nosso status mudava para Offline, a vida voltava ao normal, faculdade, trabalho, namoricos reais, etc. Nos "conhecemos" em outubro de 2004, em dezembro do mesmo ano ele me dá uma ótima nóticia, viria à São Paulo, ou melhor, para o litoral, passar o ano novo. Estava ai a oportunidade perfeita de nos conhecermos, consumarmos horas de conversas e matar aquela vontade de se ver que só crescia, mas como nem tudo são flores... Minha mãe vetou sumariamente a possibilidade eu ir para o litoral encontrar-me com uma pessoa que não conhecia em um lugar onde ninguém me conhecia (o que, pensando bem, não foi errado, visto o grande número de loucos, golpistas e psicopatas que procuram garotinhas inocentes na internet, realmente era perigoso). Não fui à Peruibe ve-lo, e o pai dele não o liberou para vir à SP me ver, não nos conhecemos pessoalmente... Nesse ano novo ele começou a namorar "sério" com direito a alterar 'estado cívil' no Orkut e td! diminuímos então o ritmo, intensidade e conteúdo de nossas conversas. Devido há alguns fatos que, o caráter público do blog não permite que eu comente,  a namorada dele me adicionou no MSN dela e, mesmo após o fim do namoro dos dois, algumas vezes conversavamos pelo messenger e foi em uma dessas converssas que ela me contou que o pai dele havia falecido. Já fazia algum tempo não mantinhamos contato com tanta frequência e eu já não tinha mais esperança de ve-lo pessoalmente, mas mesmo assim liguei para ele, conversamos, ele me contou o que ocorrera com o pai e, à partir daquele momento, voltamos a nos falar quase que diariamente, e dessa vez as conversas pela internet não bastavam, nos falavamos pelo telefone ( leia aki: contas ABSURDAMENTE CARAS!). Já fazia um ano que nos conheciamos virtualmente, e parecia que a vontade de se ver só crescia... Passou setembro, outubro e chegou novembro... E, no dia 16 de novembro de 2005, ele me liga e diz: "Muda seu status no orkut, coloca lá: Namorando" e eu disse: "Como assim?!?!?" ele havia lido na minha página de recasos um scrap de um rapaz que dizia me amar e tal, e ao ver esse recado ele pensou que poderia me perder. Então ele decidiu que, mesmo sem saber qndo nos veríamos, ele queria namorar comigo, disse que me amava e que não aceitaria se me perdesse por não ter coragem de namorar à distância... Ele veio à São Paulo, e dia 11 de Janeiro de 2006 finalmente nos encontramos na estação Sé, e logicamente a Cecê, como boa mãe, foi junto, sem me permitir avisar o inocente rapaz, afinal, como ela disse, ele poderia ser um psicopata que iria me raptar e matar (!) mesmo ele me esperando em frente ao posto policial da estação...
Namoramos à distância, quase 500km de distância, diga-se de passagem... nos viamos 1 vez por mês, um mês eu ia para o interior e no outro ele vinha à São Paulo, Eu só tinha uma FDS de folga por mês, não tinha como nos vermos com mais frequência, eram 6 horas de viagem... em dezembro de 2006 decidimos que estava na hora de dar mais um passo e no dia 16 de janeiro de 2007 colocamos as alianças douradas na mão direita, estavamos noivos... Dps de mto planejar decidimos, fechamos o contrato (começamos a pagar...rs) e marcamos a data do casamento. Seis meses antes do grande dia, o casamento, ele se demitiu do emprego, trancou a matrícula da faculdade e saiu da casa da mãe rumo a São Paulo. Foram 3 meses procurando emprego, ele estava morando na casa da minha mãe, dormia em um colchão no chão, no quarto com meus irmãos, em Abril de 2008 ele começou a trabalhar e conseguimos juntar as escovas de dentes, e finalmente em 3 de julho de 2008 nos casamos. As aventuras do dia do casamento certamente merecem um post próprio, e prometo, quando pintar a oportunidade, contar mais sobre o dia que a floricultura esqueceu de fazer um buque...

É analisando a nossa história, tudo o que passamos para ficarmos juntos, os problemas em que todos nos apoiaram e aqueles que apenas nós conhecemos, é por tudo isso que eu digo que decidimos que iremos comemorar cada data especial, que marcou cada momento...